Reintegração de Ativo Financeiro

dinheiro

Cobrança VIA TELEMARKETING

Telemarketing é o termo que designa a promoção de vendas e serviços por telefone. Com o tempo, passou a designar também serviços de cobrança e outros, como atendimento ao consumidor e suporte técnico por telefone.

A atividade de cobrança comercial e/ou extrajudicial tem sua importância grafada nos anais da história de todas as épocas, em grandes e pequenas instituições. A cobrança já começa no seio da família, entre pais e filhos, estendendo-se “ DEL POEBLO A EL GOBIERNO  E DEL GOBIERNO A EL POEBLO”. Dizem os mais radicais: – “Se hay gobierno, soy contra  –  Se no hay, también soy contra.” (utopia e infantilismo político) .

Como pode-se observar sempre invoca-se a cobrança para que dê o devido  respaldo, cobertura e alertas à retaguarda, que são: o estoque, as vendas e o financiamento. Uma não sobrevive sem a outra, pois, Traduz-se como DEFESA e melhor ATAQUE. Da necessidade, afirma-se que ela é imprescindível, mas há que controlar seus custos, operacionais e até mesmo os adicionais. Para tanto, seguir rigorosamente as rotinas de análise de crédito faz-se necessário, pois a primeira cobrança ocorre exatamente na venda com a CONCESSÃO BEM EXECUTADA DO CRÉDITO.

CAPACITAÇÃO, QUALIDADE E CONHECIMENTO –     ATIVO  IMPERDÍVEL

Porque o assunto anterior nos interessa? O que você tem a ver com a cobrança? Pode-se afirmar, porque é líquido e certo, que o único patrimônio, ou ATIVO “IMPERDÍVEL”, IRREDUTÍVEL de uma gestão administrativa, assim como de qualquer outra função, chama-se: CONHECIMENTO. Logo, vamos CONHECER! Como resolver um problema de matemática se não soubermos o português? Entender a geografia, hábitos de um povo se não conhecermos sua história? GESTÃO,VENDAS, CRÉDITO & COBRANÇA assim o são! CONCORDAM?

Todos os demais ativos, teoricamente podem, de uma ou de outra forma, serem reduzidos, perdidos e depreciados, motivados por crises de toda a ordem tais como políticas /sociais/ financeiras, nacionais e/ou internacionais que possam  interferir em estoques, capital de giro, aplicações financeiras e até mesmo nas nossas famílias, mesmo NA COTAÇÃO DO INDEXADOR de um contrato, mas intocável permanece, sem ferimentos e ileso, o inabalável  “ATIVO” CONHECIMENTO.

Perder tempo e dinheiro, nos momentos em que o controle de custos é fundamental ao bem da eficácia, bem como da produtividade, constitui um dos erros mais ingênuos que uma gestão pode cometer. Investir em QUALIDADE PARA O AUMENTO DA CAPACIDADE DE CONHECIMENTO é a grande e única saída da GESTÃO INTELIGENTE das empresas, QUALIDADE TOTAL está inserida no “TODO” e este todo, compõe-se daqueles que entenderam o que é GESTÃO DO CONHECIMENTO, “O UNIVERSO DAS ARTES INTELECTUAIS”. Vá a internet e pesquise sobre este título, vale a pena!

É lógico que na forma primitiva de trocas (escambo) à longo prazo não mais atendeu as necessidades, anseios e exigências nas relações humanas, implicando diretamente a um estudo de evolução das relações entre pessoas e povos.  Ouvimos várias vezes que a necessidade faz o monge, tenta daqui, tenta dali, corrige aqui e corrige ali, e o que se fazia mister aos poucos toma forma, algo que permitisse outras formas de mercancia. Alguém na antiga Grécia teve a ideia de fundir metais nobres, pois que além de serem imunes a ferrugem e a corrosão do tempo eram altamente apreciados por seus brilhos, relusência e raridade. Segundo a tradição, em proporções fixas e depois moldadas em barras de peso e tamanhos certos, valores fixos, foram denominados como Elétrons, caracterizando assim a primeira moeda ou ainda o ancestral das mesmas.  Adoração por diferentes Deuses, bem como por seus líderes, cada povo, cada governo estabeleceu padrões para suas moedas, assim como o peso, forma, conteúdo de ouro, prata e outros metais. Louça e couro constituíram também variedade de material usado.

Veio a cunhagem oficial, quando os interesses governamentais (REINADOS) afloraram e estamparam suas próprias faces vaidosamente, suntuosos escudos, enfim era o marketing do poder que ascendia. O custo da cunhagem era repassado em imposto.

Naqueles tempos, assim como hoje, transeuntes, viajantes e principalmente mercadores eram vítimas de assaltos, praticados por bandidos como Barrabás, Zapata, militantes, indígenas e ditadores, bem como a ascensão de novas armas. Apossavam-se de mercadorias e valores que transportavam. Com objetivo de solucionar os problemas em caravanas sob a proteção de pistoleiros, e nem assim evitavam os ataques que ocorriam na travessia dos territórios.

 

LETRA DE CÂMBIO .

HEUREKA! Heureka! Concebeu-se a “letra de câmbio!. Consistia em, os interessados, principalmente os mercadores, as maiores vítimas da bandidagem da época, depositar seus valores em poder de indivíduo(s) “de total confiança”, pertencente ao mesmo meio, e este emitia um  certificado, o mesmo que a carta de crédito, destinado a outro elemento de confiança do meio onde foi determinado como destinatário, estabelecendo documentalmente onde,  como e a quem pagar os respectivos valores.

NASCIMENTO DOS BANCOS E DA COBRANÇA

Instituída como praxe, em Veneza, estas pessoas “DE CONFIANÇA” instaladas à porta de suas casas, com pequenas mesas (bancas, em italiano) operacionalizavam tanto o recebimento, quanto aos pagamentos originados pelos empréstimos, sendo apelidados de banqueiros e suas casas de bancos. Por outro lado, em 1950, supõe-se que houveram as primeiras COBRANÇAS “por telefone”, mas somente por grandes empresas (Bancos) à grandes clientes, pois o telefone ainda era para classes média e alta.-

COBRANÇA  ADMINISTRADA É RESPALDO AO ESTOQUE, ÀS VENDAS E AO CRÉDITO

“Os Bancos são instituições que emprestam dinheiro à gente,…mas se a gente provar suficientemente que não precisa de dinheiro! ” (Barão de Itararé)
Ele não era barão, é claro. Mas deu-se o título de nobre e nobre se tornou. O primeiro nobre do humor no Brasil. Debochava de tudo e de todos e costumava dizer que, “quando pobre come frango, um dos dois está doente”. Ele é um dos inventores do contra-politicamente correto.

Tempo é dinheiro. Paguemos, portanto, as nossas dívidas com o tempo.

PERFIS DE COBRANÇA – SIMPLES ASSIM!

No mundo das cobranças nos deparamos com uma larga gama ou leque de perfis. Em uma mesma empresa (instituição) poderemos nos deparar oportunamente com pessoas (clientes) de pequeno e/ou grande conhecimento, no que tange aos seus direitos e deveres. Isto tudo, resultante da mídia em geral, tornando-se cada vez mais exigente, praticam shopping, conhecem o CDC, e mais:

  • Cobranças comerciais;
  • Extrajudiciais
  • Protestos e Sustação de protestos;
  • Judiciais – (acompanhamento) Ação Ordinária de Cobrança/Executiva de Cobrança/Monitória);
  • Cobranças de contribuições;
  • Cobranças associativas e de autarquias;
  • Mensalistas de qualquer origem;
  • De impostos, luz, água, gás e energia elétrica.

Nós, no entanto, basta que saibamos algumas noções ÉTICAS, MORAIS, para que entendamos a operacionalidade diferencial para cada uma destas espécies de cobrança que antes mencionamos, ainda que os meios para este desenvolvimento operacional sejam, na maior parte, de casos semelhantes, isto é, o uso de ferramentas tais como telefones, cartas, telegramas, mensagens por e-mail e/ou celular e o têt à têt. Os obstáculos e barreiras a serem respeitadas, estão prescritas no CDC e em especial no coração de cada cobrador. Simples assim! (auto-análise).

A Reintegração de Ativo Financeiro é um objetivo chave em todas as empresas. Façamos, então, com profissionalismo e capacidade.

DESDE A IDADE MÉDIA, A REGULAÇÃO DOS JUROS PELO ORDENAMENTO JURÍDICO TEM FUNDAMENTADO-SE EM PRECEITOS DE JUSTIÇA COMUTATIVA, TENDO POR FINALIDADE COIBIR A PRETENSÃO ABUSIVA, BEM COMO A PREDILEÇÃO DE INTERESSES DO CONTRATANTE CAPITALISTA, PORTANTO O ECONOMICAMENTE MAIS FORTE SOBRE O(S) MAIS FRACOS.

SANTO AMBRÓSIO DE MILÃO

Conselheiro e pai espiritual de três imperadores romanos, Graciano, Valentiniano II e Teodósio I, Ambrósio é o símbolo da Igreja nascente, após os sofridos anos de perseguições e vida escondida. Foi graças à sua atuação que a Igreja de Roma conseguiu tratar com o poder público sem servilismo.
Tanto que Ambrósio chegou a repreender asperamente o imperador Teodósio I, obrigando-o a fazer uma penitência pública por ter massacrado a população da Tessalônica para conter uma revolta. A sua figura representa o ideal de bispo pastor, que se deve impor como símbolo de liberdade e de pacificação para o Povo de Deus.
Nasceu em Trèves, atual Alemanha, por volta do ano 339. Era de família cristã: seu pai era alto funcionário do Império Romano, governador de uma província do outro lado dos Alpes, no norte da Itália. Quando o pai morreu, a família foi para Roma, onde Ambrosio estudou direito, retórica e iniciou sua carreira jurídica.

Em sua obra, segundo passagem bíblica sobre a questão dos juros, (doutrina canônica), encontram-se diferentes pontos contra a cobrança de juros:
O DO TEMPO: (supondo que o usuário vendesse o tempo que é uma propriedade divina);
O DA PROPRIEDADE ( o mutuo transfere o domínio, logo os juros, neste caso, constituem enriquecimento sobre a propriedade alheia);
O DA ESTERILIDADE ( o dinheiro não pode dar origem a mais dinheiro);
O DA COMPULSÃO ( os juros não baseiam na vontade do devedor e sim na necessidade do devedor).

Evangelho segundo S. Mateus 9,9-13.

Naquele tempo, Jesus ia a passar, quando viu um homem chamado Mateus, sentado no posto de cobrança dos impostos, e disse-lhe: «Segue-Me». Ele levantou-se e seguiu Jesus.  Um dia em que Jesus estava à mesa em casa de Mateus, muitos publicanos e pecadores vieram sentar-se com Ele e os seus discípulos.  Vendo isto, os fariseus diziam aos discípulos: «Por que motivo é que o vosso Mestre come com os publicanos e os pecadores?»  Jesus ouviu-os e respondeu: «Não são os que têm saúde que precisam do médico, mas sim os doentes.  Ide aprender o que significa: ‘Prefiro a misericórdia ao sacrifício’. Porque Eu não vim chamar os justos, mas os pecadores».

Superação no século XVII o Direito Canônico já aceitava a cobrança de juros moratórios, desde que baseados na prova de dano emergente ou de lucros cessantes por parte do Credor. A partir da jurisprudência, o teólogo espanhol Juan de  Lugo sustentou, à luz da razão, que a autonomia da vontade do Devedor em pagar ou não juros moratórios não é diferente daquela de quem contrata juros remuneratórios. Ora, não há argumento moral para afastar o dever de cumprir com a palavra, devidamente empenhada e com assinatura reconhecida no momento da contratação.

Evangelho segundo S. Lucas 12,54-59.

Naquele tempo, dizia Jesus à multidão: «Quando vedes levantar-se uma nuvem no poente, logo dizeis: ‘Vem chuva’; e assim acontece. E quando sopra o vento sul, dizeis: ‘Vai fazer muito calor’; e assim sucede.  Hipócritas, se sabeis discernir o aspeto da terra e do céu, porque não sabeis discernir o tempo presente?  Porque não julgais por vós mesmos o que é justo?».  E acrescentou: «Quando fores com o teu adversário ao magistrado, esforça-te por te entenderes com ele no caminho, para que ele não te arraste ao juiz e o juiz te entregue ao oficial de justiça e o oficial de justiça te meta na prisão.  Eu te digo: Não sairás de lá, enquanto não pagares o último centavo».

Nos dias atuais, a regra geral, ditada pelo novo CÓDIGO CIVIL, deixa claro de que os juros são convencionais, pelo fato de que devem ser fixados de comum acordo entre as partes. Claro que isso não quer dizer que o C.C., ainda assim, não regula esta matéria.

“Nós não somos o que os outros acham que somos. Nós somos o que acreditamos e desejamos ser!”

“Nossa reputação é o que acham de nós mas nosso caráter é o que realmente somos.”